quinta-feira, 11 de abril de 2019

Em greve, professores de universidades estaduais realizam protesto em Salvador

Ato tem como objetivo informar à população sobre o motivo pelo qual docentes entraram em greve. Manifestação foi encerrada por volta das 12h20.


Professores das universidades estaduais protestam em Salvador — Foto: Phael Fernandes/G1 Bahia
Professores das universidades estaduais protestam em Salvador — Foto: Phael Fernandes/G1 Bahia

Professores de universidades estaduais, em greve desde terça-feira (9), realizam uma manifestação em Salvador, na manhã desta quinta-feira (11).
Alem dos professores, o ato teve participação de estudantes e servidores técnicos, e foi iniciada por volta das 9h. Os manifestantes ficaram por cerca de 2h em uma praça, exibindo placas, cartazes, fazendo discursos e gritando palavras de ordem.
Por volta das 11h, os manifestantes ocuparam as faixas da avenida, interrompendo trânsito de veículos. Eles seguiram sentido Av. Magalhães Neto, e o trânsito na região ficou bastante congestionado. A manifestação terminou por volta das 12h20.
Entre outras reivindicações, os professores pedem aumento de investimento nas instituições de ensino, reposição salarial e promoções.
Segundo a categoria, o protesto desta quinta teve como objetivo informar à população sobre o motivo pelo qual os professores entraram em greve, além de alertar sobre a falta de investimentos para a educação.
Desde 9 de abril, os professores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) entraram em greve.
De acordo com as associações dos docentes das universidades, a paralisação foi aprovada em assembleia, realizada na última semana. Diante da suspensão das atividades, os estudantes estão sem aula nos campi das três instituições estaduais.
Tainã Mamede, professora de Geociências da Uefs, disse que os professores estão lutando pela educação.
"Nós estamos defendendo a greve dos docentes, que tem uma pauta longa de reivindicações. Estamos no quarto dia de greve, realizando esse ato por uma universidade pública, gratuita e de qualidade", afirmou.
Gabriel Santana, estudante de historia, Uefs, participou do ato e disse que os alunos apoiam a mobilização dos professores.
"A gente, como estudante, tenta trazer as pautas do nosso curso. Há precarização com a falta de professores, problemas na estrutura da universidade. Também são motivos que trouxeram a gente aqui hoje".

FONTE: G1

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